segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Como chegamos até aqui

          Essa é a história da Chapeuzinho Vermelho e o Lobo. Não aquela Chapeuzinho que a gente já conhece e nem aquele Lobo tão falado por nossos pais nos contos de fadas, que de mau, na verdade, não tem nada. É a história do verdadeiro encontro de Chapeuzinho com o Lobo, o seu Lobo.
            A Chapeuzinho era uma menina muito bonita. Cresceu em uma família com muitos irmãos em uma propriedade do interior, quando ainda criança veio para a cidade. O Lobo em questão nunca morou no interior, sempre na cidade. Crianças comuns como a maioria das crianças de sua época, Chapeuzinho e Lobo se conheciam desde pequenos, embora pouquíssimas vezes tivessem conversado. Foram colegas na mesma escola, faziam praticamente as mesmas atividades, inclusive os esportes, que tanto chamavam a atenção do Lobo e nem tanto assim da Chapeuzinho.
            O tempo, que não falha jamais, coube a ele aproximar e também distanciar nossos personagens deste conto de fadas nada convencional. A adolescência chegou, o Lobo, motivado pelo trabalho interno de seus hormônios, iniciou suas lides de aproximação com às da sua espécie. Chapeuzinho, por sua vez, era muito bem vigiada por seus irmãos, os quais não se descuidavam da jóia preciosa que nascera entre eles. Nas idas e vindas dessa época tão conturbada para ambos – para ele pela necessidade de provação e aprovação entre seus semelhantes, para ela o contrário, a discrição era praticamente uma necessidade – o Lobo, audaz e metido, resolve firmar compromisso com uma semelhante de Chapeuzinho. Até aí nada de mais, pois a própria Chapeuzinho nesta época da vida também encontrava-se na mesma situação.
          Foram raras, porém não pouco satisfatórias para o Lobo, as vezes que encontraram-se,conversaram, praticaram seus esportes conjuntamente e até viajaram com esse objetivo. Tomado de admiração pela beleza inebriante da Chapeuzinho, o Lobo, coitado, nunca se atreveu a apresentar-se para ela com aquelas intenções tão bem conhecidas que garantem o futuro de nossas espécie.
            Veio a idade adulta. Tanto Chapeuzinho quanto o Lobo foram em busca de seus objetivos de vida. Estudaram, amadureceram, quase casaram e um dia, um dia para jamais esquecer, se reencontraram. A Chapeuzinho tinha terminado seu relacionamento há pouco tempo – nem tão pouco quanto o Lobo - e de volta ao seu cotidiano de mulher bonita, encantadora, inteligente e especialmente solteira, um dia foi convidada para um programa entre amigos numa noite de sábado. Nosso herói, por sua vez, nem morava mais naquela freguesia, resolvera fazer dos estudos seu meio de vida e na maior das coincidências - se é que podemos falar em coincidências - ele resolveu fazer uma visita à sua mãe e também aos seus poucos e bons amigos, obviamente da mesma espécie que ele.
            Naquela noite, o Lobo chegou para a tal reunião entre amigos e parecia um simples poodle perdido, nem parecia o Lobo que sempre foi e que cresceu no meio das pessoas mais estranhas possíveis de serem encontradas na face dessa terra. Ia de um lado a outro, sem saber o que fazer, com quem se enturmar, até que de longe observou que a Chapeuzinho estava por lá. Tanto tempo, tantos anos e por mais incrível que parecesse, ela era exatamente a mesma. Como iria falar com ela? Como se aproximar? Afinal de contas, apesar de serem de espécies diferentes, o Lobo sempre olhou para elas com outros olhos...olhos de Lobo Mau! Ela por sua vez, mestre na arte da discrição, pouco fez da presença do Lobo...ou pelo menos pareceu assim!
            Ao meio da reunião, veio enfim, o jantar quando o Lobo respondeu que não comia carne. Todos ao redor, olharam para ele como que perguntassem desde quando lobo não come carne, quando sem pestanejar a Chapeuzinho naturalmente respondeu:
            - Eu como!!!
            O jantar terminou. As pessoas começaram a se reunir em pequenos grupos para continuar seus assuntos interrompidos pela chegada da comida à mesa, outras preferiram ouvir música. Quando tudo levava a crer que mais uma vez o Lobo e Chapeuzinho apenas se encontrariam casualmente em uma conversa paralela ele menciona que Che Guevara, o mártir da Revolução Cubana e inspiração para milhões de jovens no mundo inteiro, era também uma pessoa a quem ele próprio admirava. Ouvindo de canto e observando o discurso do Lobo, Chapeuzinho não perde tempo em afirmar que também admira aquela famosa figura de cabelos despenteados imortalizada na imagem clássica da boina com a estrela comunista. Estava enganado...enfim alguém que tenha uma cabeça boa e um papo interessante nesse jantar! Se não houvesse possibilidade de um encontro mais apimentado com a Chapeuzinho, pelo menos tinha a certeza de que a conversa enfim iria melhorar.
            A noite, como se diz, é uma criança e assim foi que nossos personagens seguiram para uma festa. Cheio de pretensões, o Lobo, fazendo jus ao uma de suas maiores qualidades, o faro, discretamente deu uma cheirada na Chapeuzinho ao entrar no carro dela. Foi para saber se o cheiro o atiçava tanto quanto sua presença, confessou ele certa vez. Mais tarde ficou sabendo que sua tentativa de sentir o aroma de chapeuzinho nem fora tão discreta como até então imaginara. Estava perdendo o jeito!
            Na festa, Chapeuzinho se esquivava, enquanto o Lobo pensava em armar sua tocaia. Acabaram voltando juntos para casa – ela ofereceu carona e ele, que de bobo não tem nada, aceitou – quando enfim puderam conversar sobre as diferenças entre suas espécies e mais ainda sobre a semelhanças que nem imaginavam ter.
            Pouco tempo demorou para saber que seriam apenas um no futuro. O Lobo voltou para a cidade onde vivia e terminar seu trabalho que estava pendente. E assim foi durante sete meses. Nesse período, o Lobo frequentemente enfrentava horas a fio de estrada para encontrar sua Chapeuzinho, que também não ficava para trás no sofrimento, na ausência e na vontade de estar sempre junto. No embalo da paixão avassaladora, não tardou a decidir que ficar sem sua Chapeuzinho era algo impensado, impossível e por isso voltaria ao lugar onde nasceram e enfim se encontraram, para planejar suas vidas dali para frente.
            Sabe aquelas histórias ao estilo Eduardo e Mônica? Aquelas pessoas que nem no mais fértil imaginário ficariam juntos? Pois é, essa é a história do Lobo e da Chapeuzinho, que desde pequenos se conheceram, conviveram e se encontraram muitos anos depois. O primeiro resultado desse encontro nasceu dia 12 de julho de 2013 às 11:47hs de uma manhã ensolarada e atende pelo nome de Vicente. Ainda há de se esperar a chegada de pequena Helena, prevista para o início do próximo ano. 
           O sol nasce e se põe a cada dia e quando menos esperamos, eis que surge na nossa frente aquele alguém que nos conduzirá rumo à felicidade e a realização.




terça-feira, 22 de setembro de 2015

Choros

Este é um texto triste.
Choros e risos em crianças são duas das coisas que me fazem chorar.
Parece redundante, porém, considerando meu momento Zeca Baleiro da vida (ando tão a flor da pele que um beijo de novela me faz chorar)sou obrigado a confessar que ambas manifestações me comovem.
De vez em quando o Vicente apronta uma das dele e sai chorando. De dor, de vergonha, de raiva ou até mesmo pelo sentimento ferido. Nesses momento me bate uma tristeza tão grande e me sinto impelido a confortá-lo.
Talvez eu possa estar supervalorizando aquele momento, deixando subentendido nas entrelinhas que todas as situações que o coloquem em uma posição de frustração, eu estarei lá.
E estarei mesmo.
De um modo ou de outro não quero deixar meu filho passar por situações indesejáveis, daquelas que não agregam nada no seu crescimento como sujeito, aquelas possíveis de serem evitadas.
O choro dele é tão sentido, tão comovente que por mais que às vezes seja necessário não dar tanta importância para as poucas lágrimas que caem daqueles olhinhos, sou obrigado a me segurar para não dar mais dengo ainda.
Dias atrás eu estava tentando vesti-lo após o banho e numa brincadeira rolou um choro. No início não dei muita importância. Porém, aquilo foi tomando uma dimensão maior que eu poderia supôr. Tão sentido, tão cheio de dor - apesar de não haver nenhuma manifestação de dor física - que fui obrigado a me segurar.
Por pouco não chorei junto. Pensando bem, acho que deveria ter feito. Talvez ficasse mais vivo para ele que o pai também se compadece de seus sentimentos mais profundos e não vive apenas para mandá-lo trocar as fraldas e tomar banho. Talvez ficasse mais evidente que o pai também tem sentimentos e isso nos colocaria em uma situação, no mínimo, singular em nossa relação.
Por outro lado, se hoje o pai é uma figura que ele confia e se sente amparado, o que será que passará naquela cabecinha o dia em que me vir chorando de verdade?
Essa pergunta vem à minha cabeça com uma frequência absurda.
Qual será a reação do Vi quando ele presenciar um momento de demonstração de tristeza meu? Qual será sua reação ao ver que o pai não é toda aquela "fortaleza" que aparenta ser?
 Não consigo imaginar o que ele deve pensar e sentir toda vez que põe pra fora seu choro. Ao mesmo tempo fico imaginando milhares de outras crianças que sem chance de defesa manifestam pelo choro sua mais pura vontade de se opôr a alguma coisa que não lhes agrada.
Nos últimos tempos fico pensando todas as noites enquanto vigio meu pequeno, nas inúmeras crianças que não tem um ombro de pai ou de mãe para poderem chorar e ganhar amparo. E no número de pais e mães que sem poder consolar seus filhos choram em silêncio.
Ver uma criança chorar me faz chorar. Talvez seja para não esquecer que muitas atitudes adultas pareçam rudes para uma criança ou então, porque até onde eu me lembre quando criança eu chorei muito...especialmente, de saudades.
Toda vez que olho pro Vi em lágrimas peço a meu Pai Xangô que não permita que nada de ruim aconteça com ele.
Porque quem ama cuida, quem ama protege.
Quem ama chora de amor!

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Crescer e evoluir

Faz um bom tempo que eu não escrevo no blog.
A correria da universidade e também uma viagem me deixaram longe deste canal, impossibilitado de escrever.
Há alguns dias fomos para Tapejara ver nossos parentes. Mara, Helena (na barriga e já na estrada), Vicente e eu.
Ao contrário das viagens de outros tempos, hoje em dia ficou muito fácil viajar com o Vi. Ele dorme boa parte do trajeto, assiste alguns filmes no DVD portátil e assim a Mara e eu podemos conversar...até ela também pegar no sono!
Mãe e filho foram forçados a tirar férias semana passada. Mara teve um problema de saúde em Tapejara e acabou de atestado. A última vez que isso aconteceu - 01 de janeiro - resultou em uma apendicite. Dessa vez foi mais suave.
Nessa semana que ela o Vi passaram de "férias", deu gosto vê-lo correr por lá.
Fascinação pura!
Olhar para o céu e vibrar com os passarinhos, correr ao redor da casa, brincar e abraçar os cachorros - especialmente o seu melhor amigo, Pitú -, gritar de felicidades ao ver os cordeirinhos mamando nas mamães ovelhas e, é claro, fazer muita bagunça com os primos ao ponto de chorar de rir. Enfim, não há uma só vez que ele não aproveite bem a ida para Tapejara.
O mais legal dessa fase que estamos vivendo com ele é poder presenciar a evolução da sua linguagem. Se antes ele era bem econômico nas palavras, agora podemos notar o pontapé inicial na falação sem parar.
Se antes NÃO era a única palavra que saía, agora além desta, tem a Mama (Mãe), Gege (Pai), É (Sim), Vô (Vovô), De (Vó Tere), Ena (Vó Nena), Tá (Sim), Nano (Primo Leonardo), Tú (Pitú, seu amigo canino). Sem contar que aprendeu as sílabas finais de inúmeras palavras e nomes, além de aprender a fazer o sinal de "positivo" com os polegares.
Situação engraçada acontece quando ele é repreendido. Dá uma olhadinha de soslaio para a gente e sem perder a oportunidade, solta um "positivo" seguido de um sorriso. Esperteza na décima potência!
Naturalmente foi necessário um grande estímulo externo para essa evolução. Esse estímulo tem nome e sobrenome: Escola e convívio com outras crianças!
Faz pouco mais de 1 mês que colocamos o Vi em uma escola. Muita paciência no processo de adaptação resultaram em uma boa evolução do nosso pequeno, que agora se mostra um grande rapazinho de 2 anos. Na escola ele segue a rotina do grupo e isso é bastante proveitoso e positivo.
Numa conversa com a coordenadora pedagógica da escola fiquei sabendo que ele faz o soninho da tarde junto com os demais colegas, sem se opôr nem resistir. Quando a profe diz que é hora de descansar, junto com os coleguinhas ele vai para a caminha, tenta tirar os calcados e se deita para relaxar. É ou não é uma cena linda?
O detalhe é que, ao contrário do que muita gente falava, ele chega da escola com as pilhas novas. Dá uma canseira na gente.
Dias atrás quando estava no banho com a mãe, antes de sair, por conta própria, ele começou a juntar os shampoos no chão e organizá-los dentro do cestinho de plástico onde ficam guardados.
Quanta mudança!
Ficou mais esperto, mais falante, mais  disposto...e também mais danado!
Muitas mudanças proporcionadas e vividas em menos de 2 meses. Uma enxurrada de transformações ocorrendo. Muita calma e paciência para entender que para uma criança de 2 anos, alguns sentimentos ainda são novos e portanto não há a necessidade de saber como lidar com eles.
Um dia de cada vez vamos aprendendo - nós e ele - a lidar com as emoções e novos aprendizados.
Um abraço a todos.


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Mais um pouco de história(s)

Ao contrário do que normalmente escrevo neste blog - peripécias do Vicente e da Helena - hoje pretendo comentar algumas coisas sobre os efeitos da paternidade em mim.
Não consigo acreditar naquelas pessoas que dizem que levam absolutamente a mesma vida depois de se tornarem pais e/ou mães.
Muita coisa muda.
Algumas para melhor, outras...
Uma das grandes frases que ouvi quando esperávamos o Vicente - e olha que todo mundo acha que pode emitir opiniões na gravidez alheia - foi de um de meus ex-alunos de hidroginástica que já faleceu. Uma tarde, no meio da aula ele me disse que uma pessoa que não percebe a dimensão das mudanças que um filho causa, é incapaz de perceber que o mundo não gira mais ao redor do próprio umbigo. Achei aquele comentário tão verdadeiro e impactante que decidi tentar observar quais seriam as mudanças que a chegada de um filho provocaria em mim.
Antes de me tornar pai, eu acreditava que as coisas eram muito simples. Acostumado a lidar com adultos, imaginava que tudo que se relacionasse a uma criança era questão de estímulo e resposta. Ao melhor estilo Pavloviano.
Se ela chorasse ou algo do tipo, bastava verificar o que estava acontecendo.
Era grave? Sim? Dava atenção!
Não era grave? Deixaria chorar...uma hora ela iria parar!
Esse pragmatismo sempre foi um traço da minha personalidade e sou obrigado a confessar que em muitas situações não obtive o sucesso que desejava, exatamente por não ter uma diplomacia, um jogo de cintura necessário para alcançar o êxito.
Essa suposta falta de diplomacia, especialmente com o Vicente me colocou em situações delicadas, as quais tive que pedir ajuda externa.
Minha educação, pelo menos nos primeiros anos, foi bastante rígida. Fui educado pelos meus avós maternos, sem a presença do pai. Junto com eles moravam também alguns tios que de certo modo assumiram a tarefa de me "educar". Educar entre aspas mesmo!
Muitas vezes tomei puxões de orelha e cascudos - de alguns deles.
Até hoje não sei bem o motivo, mas acredito que era porque eu queria fazer alguma coisa...que eles não queriam.
Realmente eu era uma peste, uma criança perigosa. Tão perigosa que quando inventava de querer saber alguma coisa (curioso) ou ir junto com alguém para qualquer lugar (metido), ganhava uns cascudos ou se a coisa fosse séria mesmo, era colocado na "cadeia". Leia-se trancar em um quarto e deixar chorar até se acalmar.
Tudo em nome da "obediência".
Em outras situações, simplesmente me mandavam pra casa. Meu avô tinha um supermercado e eu adorava ir lá. Bastava eu pedir uma coisa ou aprontar uma das minhas e pronto! Lá vinha um dos meus tios me mandar pra casa e avisar que à noite íamos conversar sério. Normalmente, ganhava um presente: castigo!
Que saco ser criança assim!
Os mais antigos dirão que também apanhavam e tomavam cascudos e nem por isso tem traumas.
Que bom pra eles!
Sem dúvida é um ótimo argumento para continuar descendo a mão nas crianças ou colocá-las de castigo só porque tem curiosidades e comportamentos, quem diria, de crianças!
O fato é que essas e outras experiências estavam bastante presentes em mim e em momentos de insegurança, de não saber o que fazer, comecei a agir de modo bastante ríspido e por vezes intransigente com o Vi.
Não, eu nunca bati nele, tampouco coloquei o baixinho de castigo.
Trancá-lo num quarto como aconteceu algumas vezes comigo, nem pensar. Não suporto gente que faz isso com seus próprios filhos.
O Piangers me disse uma vez que a beleza de ser pai está na possibilidade de ser amigo e que a austeridade só nos afasta dos pequenos.
Tem toda a razão!
Em uma determinado momento, há aproximadamente 1 ano atrás a Mara me chamou para conversar e disse muitas verdades que eu insistia em acobertar. Que eu insistia em arrumar argumentos para  não ver.
Da minha parte, muito choro e muita culpa!
No outro dia, decidido, procurei ajuda. Fui até uma psicóloga.
Ontem à noite perguntei para a Mara se ela notava alguma diferença em mim, neste ano que se passou. Fiquei feliz com o que ela disse e mais feliz estou hoje
porque as palavras da psico me maltrataram e me fizeram perceber que ela não poderia me ajudar, apenas me mostrar algumas possibilidades para que eu pudesse ser aquilo que desejava: pai e amigo do meu filho!
Me olho no espelho hoje e sinto vergonha das vezes que alterei minha voz para querer que uma criança se curvasse diante de mim. Não quero carregar isso, não preciso disso na minha vida. O que eu preciso é de tranquilidade e isso não se ensina aos pais de primeira viagem. É necessário passar pelas situações para aprender. E o aprendizado ocorre pelo amor ou pela dor. A escolha é nossa.
Os erros são comuns e frequentes, mas quando se tem bons modelos, tudo fica mais fácil.
Um abraço emocionado e sem culpa.
Roges